terça-feira, 29 de novembro de 2016

Eu não me arrependo de você

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De fato você foi uma das melhores  coisas  que  me aconteceu em 2016. Eu juro eu não sei quando,seu sorrido me afetou , seu jeito eu acho lindo, sua forma de amar e cuidar da sua mãe. Mostra o quanto você é um rapaz NOBRE. 
Confesso que nunca pensei, que um menino sem sal poderia iluminar tanto a vida de alguém rs . De fato eu tinha que viver isso , essa realidade para poder romper , algumas prisões internas e tentar superar os meus receios. Você foi que me  impulsionou a essa mudança, mesmo sem saber,trouxe para minha jornada uma importante filosofia : Antes de querer a pessoa certa,  eu tenho que ser a pessoa certa . 
Eu sei que talvez eu  não seja a  mais adequada , mas eu sei que   (considero justa toda forma de amor). Eu acredito que sim, podemos superar muitas coisas  juntos . 
Eu não quero ser pragmática e nem cheia de dogmas , como você rs.
Eu não quero que você mude , pois eu que quero continuar mudando. Você me faz bem  e  eu afirmo com todas as palavras : "EU VOU ORAR COM VOCÊ", não no meu tempo,  mais no tempo de DEUS. Como diz minha futura sogra : "Afinal o amor se constrói com o tempo ." Eu tou construindo um início , em oração é um prazer levantar e pedir á Deus pra me abençoar , para te abençoar e pra nos abençoar. 

domingo, 5 de junho de 2016

Não desista de você!

Por favor, não desista de você.
Não jogue fora tudo o que você já conquistou até aqui.
Não desmereça tanta luta.
Eu sei das lágrimas já derramadas, dos choros contidos, das vezes em que respirou fundo.
Eu sei o quanto você já se superou.
Olhe pra trás, veja o tanto que você já avançou.
Não espere o reconhecimento de ninguém: tem coisa que só você sabe.
Por isso, por favor, não desista de você.
Não pare. De forma alguma. Mesmo que tenha de suar sangue, mesmo que tenha de seguir rastejando. Não pare agora.
Não deixe sua obra inacabada. Não abandone o jogo antes do fim.
Vá em frente. Coragem.
Por favor, não desista de você.

O tempo

O que disse o pai de uma das crianças sobreviventes do último massacre americano:
“A gente se encarrega tanto das coisas do dia a dia que às vezes a gente esquece de quem está do lado da gente. Então, acho que o importante da vida é você viver o principal. O que é o principal? É quem você ama, é quem está perto de você. É sua família, são seus filhos”.

O “pra sempre” nem sempre acaba

Ah, os relacionamentos…
Podemos galgar e conquistar sucesso profissional, engordar a conta bancária, gozar de saúde física e intelectual, mas eles, os relacionamentos, continuam a ocupar dentro de nós o lugar de honra que lhes é devido.
São os relacionamentos, por vezes, os únicos capazes de nos levarem ao cume da euforia, ao êxtase máximo e soberano do prazer, ao topo daquilo que entendemos por felicidade.
Ao mesmo tempo, são eles que nos adoecem, que nos empurram aos momentos mais dramáticos e dolorosos – em todos os sentidos – de nossa história e da percepção que temos dela.
Ah, os relacionamentos…
Ficamos por aí tentando nos agarrar a modelos, àquilo que um dia nos ensinaram ou aprendemos sem que ninguém nos ensinasse.
Vamos crescendo assim: chorando e sorrindo com os romances do cinema, suspirando com os beijos da tv, tentando entender o amor de nossos pais, invejando e repudiando relacionamentos alheios, enquanto, internamente, lutamos para decifrar sentimentos e acumulamos expectativas reais e irreais.
Desde os primórdios, os humanos se acostumaram a ditar regras sobre o amor, numa ânsia compulsiva de se convencer delas, mesmo que nunca tivessem a eficiência atestada.
Entre encantos e desencantos, frios na barriga e DRs desastrosas, a humanidade segue em busca de uma verdade sobre os relacionamentos.
Queremos ser compreendidos, queremos ser amados, queremos nossos desejos prontamente atendidos, queremos a satisfação pelo outro.
Queremos tanta coisa…
Os que se dizem mais avançados, maduros e experientes na sempre frágil ciência do amor, pregam um equilíbrio jamais encontrado. Doutrinam com base na ordem do “tem de ceder, tem de se adaptar, tem de abrir mão”. E, sabendo o que tem de ser feito, rastejamos atrás da comprovação empírica.
Ah, os relacionamentos…
Insanidade, loucura, invencionice, esbravejam os desiludidos com a pretensão de serem realistas. Como pode duas pessoas distintas aprenderem a ser uma só ou a se transformarem em uma outra pelo outro?
Quanta gente, alicerçada na própria trajetória, empacou, travou, desistiu, cansou, enojou pelo caminho.
Quanta gente complicou o complicado.
Ah, os relacionamentos…
Sem entendê-los, um dia ousaram cantar que “o pra sempre” sempre acaba, como que minando a esperança ou sopros dela.
Quanta gente se convenceu disso.
Na era das redes sociais, o vício pela novidade ganhou poder de destruição e ajudou a sufocar o “pra sempre”.
Pobre, “pra sempre”…
Com lógica semelhante à do universo virtual, a efemeridade contaminou nossos relacionamentos, distorcendo sensações.
Na interminável lista dos nossos quereres, queremos algo novo, a todo instante. Queremos atualizações, queremos retuítes, queremos curtições.
Se a página fica velha, perde valor.
Ah, os relacionamentos…
Ah, o “pra sempre”, ressuscitado somente quando o outro cai na vala da normalidade, da qual nenhum ser vivente pode escapar. Quando o príncipe encantado despenca do cavalo. Quando as rosas revelam espinhos.
Ah, o “pra sempre”, construído na rotina, na mesmice, no cotidiano, no comum, na normalidade, no desencanto e em tantas outras situações sempre apresentadas a nós como “o fim”.
Ah, o “pra sempre”, conquistado por quem compreendeu o amor além da paixão, por quem conseguiu sair de si mesmo, por quem aprendeu a enxergar no outro novidade e estímulos constantes.
O “pra sempre” nem sempre acaba.
Nós é quem escolhemos acabar com ele.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Ciclos

Acredito que na mesma vida temos a possibilidade de reencontros para finalização de alguns ciclos. Nem sempre os reencontros são com as mesmas pessoas. Podem ser vivências que voltam pra te ensinar num momento em que você está mais preparado para lidar com elas. Estar pronto pode levar algum tempo, mas você tem que aceitar essa nova chance_ quem sabe camuflada de nova dor_ para crescer.


Eco do amor

Amor é querer que o outro seja ele mesmo em sua

integridade, quando permito (e facilito) que o outro se

 aproxime de quem é de fato, independente do meu

 desejo de que ele se molde a mim.




Amor

Amor não vem para completar pessoas incompletas. Amor é sentimento para pessoas inteiras, para quem aprendeu a se amar e se respeitar.

Amor não é a hora do cafezinho no meio de uma reunião chata. Pois amor não resgata nem salva ninguém.

Amor é sal. Amor é tempero. Amor é colo e cheiro, sabor e calor. Vem para acrescentar, mas não é tábua de salvação. Vem para acalmar, mas não nos impede de transpirar. Vem para apascentar, nunca atormentar…